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G1 Rio - Globo.com

Fundação que diz prever e controlar tempo rompe convênio com Prefeitura de SP

Rio de Janeiro, 11 de setembro de 2009

Organização afirma que alertas sobre temporais foram ignorados.
Prefeitura de SP diz que não vai comentar decisão do instituto.

Temporal de terça-feira deixou ruas de São Paulo alagadas e causou oito mortes na Grande SP (Foto: G1/G1) A Prefeitura de São Paulo não poderá mais contar com a ajuda da fundação esotérica Cacique Cobra Coral, que diz ser capaz de minimizar os impactos dos temporais e outros eventos naturais. O convênio gratuito firmado com a administração municipal em 2005 foi rompido nesta semana pela fundação por tempo indeterminado.

O motivo: a fundação diz ter alertado com antecedência sobre as chuvas que paralisaram a cidade na terça-feira (8), mas afirma que a prefeitura nada fez para tentar prevenir os problemas.

“A gente não pode ajudar o homem naquilo que ele pode fazer por si. As verbas para obras contra enchentes estão congeladas”, diz Osmar Santos, um dos responsáveis pela organização, que prevê chuvas ainda mais fortes na capital até o verão. Segundo ele, após a saída de Andrea Matarazzo, ex-secretário de Coordenação das Subprefeituras, na semana passada, a fundação ficou sem um interlocutor na administração municipal.

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De acordo com a fundação, que já teve o escritor Paulo Coelho como vice-presidente, as ações para reduzir os efeitos de fenômenos naturais são feitas pelo espírito do chefe indígena americano Cobra Coral. O site da organização diz que a médium Adelaide Scritori é a responsável por incorporar o espírito.

“Quando estavam sendo feitas obras no Metrô de São Paulo,(linha 4 que desabou) houve um pedido para que não chovesse no local. Pois teve temporal na zona norte e na zona sul, mas na zona oeste, não. O prefeito brincava dizendo que lá tinha o guarda-chuva do cacique”, conta Santos.

Procurada pelo G1 nesta quinta-feira (10), a Prefeitura de São Paulo não quis se manifestar sobre o encerramento do convênio.

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