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Diário Catarinense

A natureza não age, reage

Florianópolis, 28 de março de 2000
A médium Adelaide Scrítori, presidente da Fundação Cacique Cobra Coral escreveu à coluna ontem contando que logo cedo passou a receber e-mails de catarinenses indignados com nota da coluna, sobre um leitor questionando os serviços meteorológicos da FCCC. Sobre convênios, ela garante que sempre foram isentos de quaisquer espécie de ônus aos cofres públicos.
  A FCCC só trabalha com informações a longo prazo, no mínimo de 60 dias, diz ela, que pergunta: qual serviço meteorológico mediano presta qualquer tipo de informação precisa com mais de uma semana de antecedência?
“É por essa escassez de informação que a FCCC atende 17 países em três continentes, além do Governo Federal e diversos estados do Brasil, embora eles disponham do Inpe e do Inemet”. E arremata: com toda a tecnologia disponível nos Estados Unidos, quando há um lançamento de foguete mais complexo, a Nasa consulta a FCCC.
Já sobre cobrança, a única que fazem é de que os governos combatam as causas. E alerta para a situação do meio ambiente em nosso Estado. A derrubada de árvores sem reposição ordenada, os rios que estão virando esgotos a céu aberto, enfim, problemas que dona Adelaide define como apenas exemplo do que está ocorrendo no Brasil inteiro. Para ela, se cada Estado fizer a sua parte a natureza será bem mais generosa com o ser humano. “A semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória”, alerta a médium.

Fonte:

Coluna Juliana Wosgraus / Diário Catarinense
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